quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pré-venda do livro “A arte impopular de Hokusai” por R$33,00.

Leia atentamente.

Perguntas possíveis:

1) Do que trata o livro?
* História e arte de um artista japonês. Pesquise pelo termo “japonismo” no google.
2) O livro é excitante?
* Muito provavelmente - contém imagens.
3) Irei aprender algo com esse livro?
* Se, além de comprá-lo, ele for lido: certamente.
4) Como funciona a pré-venda feita pelo autor?
*Interessados devem encaminhar um email para alamarezi@hotmail.com ; o assunto da mensagem deve ser “COMPRA DE LIVRO”. No corpo da mensagem deverá constar o NOME COMPLETO do comprador(a). Essa pessoa receberá um email resposta meu e, em anexo, um boleto (cujo o favorecido será eu mesmo) no valor de R$33,00. Após a confirmação do pagamento, o nome irá para a listagem no final dessa postagem.
5) Quanto tempo até que eu receba meu exemplar?
*O livro ainda passará por criteriosos processos de revisão. O prazo estipulado (por mim) é de 6 a 10 meses – a partir da assinatura do contrato.
6) Existe um número mínimo e máximo de exemplares disponíveis para pré-venda?
*Sim. O número mínimo de exemplares é de 200 – e o número máximo também.  Eu (autor) não venderei mais do que esse número de exemplares.
7) O que acontece se o número mínimo de exemplares não for comprado?
* O dinheiro será devidamente devolvido.
8) Posso desistir da compra da pré-venda após o pagamento?
*Não. Por isso, pense bem antes de aderir a essa pré-venda.
9) O que acontece se o autor morrer nesse meio tempo?
*O livro será entregue de qualquer forma, mas acredito que não será por mim.
10) Ganharei um autógrafo?
* Sim e, caso resida em outra cidade, também ganhará frete por minha conta.
11) Posso devolver o livro se eu não gostar?
* Não (mas poderá jogá-lo fora, tacar fogo, etc).
12) O que eu ganho comprando o livro na pré venda com o autor?
* Seis reais, um autógrafo, um abraço e receberá o livro antes de ser vendido nas livrarias.


** No caso de outras dúvidas, utilizar o campo de comentários abaixo**

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Compradores:                                                                                                Situação

1) Ana P. Arezi                                                                                                pago

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Niihil

A vida não vai se repetir
Se repetir não será vida
Que deveria ter sido verdadeiramente concebida
Não passará de uma brincadeira de mau gosto
Na hora errada
De lugar nenhum
Coisa alguma
De ninguém

A vida é sua?
Foi você quem escolheu ser o que quer que seja?
Cheio de coisas, contas, cansaços e casacos
Amenizando o vazio
Fazendo a mesma coisa
Todo o tempo
Todos os dias
Acreditando na eternidade (?).


-Se deus tiver boca ele ri!

A.A>

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Melancholia (Mélaskholè)

Você não sente nada?
Como se cada gota de prazer tivesse sido drenada de sua vida
Amanhãs como sinônimos de desesperos
Ou qualquer outra coisa inútil                                                                                           
De repente você se vê recluso
Quase como que satisfeito por não servir a nada
Mesmo que batam à sua janela
Exigindo satisfações sobre o que deixou de fazer
Para não fazer
Enquanto poderia ter feito
Faz com a imaginação
Sem força de vontade
Abominando a realidade que cai em volta
Você acaba culpando o ranger das portas da casa?
Procurando antipissicóticos e desculpas cada vez mais fortes
Muitas vezes sem nem mesmo saber ao certo se é noite ou dia
Se faz chuva ou tem sol
Você sente um terrível frio que ataca os ossos?
Praticamente só de pensar em ser por ser
Mais um
Cansado de promessas
Cheio de dívidas
Sem dúvidas
Você é daqueles que se esguia da raiva e se entrega à melancolia?
Esperando que alguém lhe diga logo
A hora da morte
Sendo que ela já aconteceu
Agora mesmo.



 A.A>

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

De qualquer título inédito

Supondo o amor como sentimento...
Não é difícil amar!
Complicado é encontrar o sentido,
Tornar essa condição verbo
E limitar esse eu verbal a um só outro.

Por isso o amor é uma sentença mesquinha,
O egoísmo do outro.
Ou de outros - em poliamores.
E, de fato, amar não é nada disso...
Quem sabe não seja nem mesmo
Um modo de vida dos antigos gregos.

Talvez
Fosse somente a condenação
De alguma civilização perdida...
Altruísmo para perder-se.


A.A>

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Infiel

No instante em que as estrelas dormem
sou ingrato à rotina
pensante de pêsames
e amante da ilusão ideal

Um quase crente de subjetividade
tão certo de personalidade cética
Na duvida do que faço eu procuro a certeza

Fiel ao que o dizem ser, enquanto sou.

A.A>